quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Feliz aniversário....

Hoje mesmo separados queria te desejar toda felicidade do mundo...que você possa ter um dia especial...não hoje somente mas todos os dias de sua vida...seja feliz sempre.
Que continue sempre sendo a mulher especial que é...completa.


A mulher que eu amo,
Tem a pele morena
É bonita, é pequena
E me ama também
A mulher que eu amo,
Tem tudo que eu quero
Até mais do que espero
Encontrar em alguem.
A mulher que eu amo,
Tem um lindo sorriso
É tudo que eu preciso
Pra minha alegria
A mulher que eu amo,
Tem os olhos acalma
Ilumina minha alma
É o sol do meu dia.
Seu amor é pra mim o q há de mais lindo
Se é que esta sorrindo
Eu sorrio tambem...
Tudo nela é bonito
Tudo nela é verdade
E com ela eu acredito
Na felicidade...


Morena...


Cheguei na boca da noite, parti de madrugada
Eu não disse que ficava nem você perguntou nada
Na hora que eu ia indo, dormia tão descansada,
Respiração tão macia, morena nem parecia
Que a fronha estava molhada

Vi um rosto na janela, parei na beira da estrada
Cheguei na boca da noite, saí de madrugada

Gente da nossa estampa não pede juras nem faz,
Ama e passa, e não demonstra sua guerra, sua paz
Quando o galo me chamou, eu parti sem olhar pra trás
Porque, morena, eu sabia, se olhasse, não conseguia
Sair dali nunca mais

O vento vai pra onde quer, a água corre pro mar
Nuvem alta em mão de vento é o jeito da água voltar
Morena, se acaso um dia tempestade te apanhar
Não foge da ventania, da chuva que rodopia,
Sou eu mesmo a te abraçar

Amo você!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Participe:

Blogagem do blog Mix Cultural confira...faça parte.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Não sei, não quero saber, e que quem saiba não me conte!


Tenho observado com mais critério, ultimamente, uma situação recorrente nos relacionamentos atuais. É o desejo exagerado e a valorização equivocada que muita gente tem nutrido acerca da transparência.

Tenho ouvido várias pessoas afirmando categoricamente que preferem saber de tudo o que seus parceiros fazem, ainda que isso sirva sobretudo para dilacerar sua alma, destruir seu coração e pisotear sobre seus valores.

Isso sem falar do Orkut, um ‘site-vitrine’ exposto, por algumas pessoas, de modo leviano, e transformado num mundo de fantasias absurdas. E se não bastasse a construção diária de tamanha ilusão, milhares de pessoas se deixam influenciar por ela para fazer escolhas importantíssimas em sua vida!

É um novo e desastroso jeito de praticar o antigo voyeurismo – isto é, bisbilhotar o outro em sua intimidade. Acontece que, originalmente, a idéia é olhar para (e sentir prazer pelo) o que existe de real, enquanto que pelo Orkut, o que se vê não é – definitivamente – real e, muito menos, tem proporcionado prazer.

E o que vemos, por fim, é o resultado de desejos enrustidos e tentativas ‘mortas’, mascaradas, carentes de coragem, verdade e força para se tornarem concretas. Claro que existem vantagens de se usar o Orkut, mas é preciso maturidade para usufruir delas!

Enfim, vivemos a era da transparência, mas nem sabemos o que isso significa e para quê serve. Queremos saber da vida do outro sob a justificativa de que somos sinceros e desejamos reciprocidade, de que preferimos agüentar a dor da verdade a imaginar a hipótese de estarmos sendo feito de bobos.

O que é isso?!? Desde quando estamos prontos para uma verdade que, no final das contas, nem existe? Desde quando o humano é passível de tanta transparência?!? Não sabemos nem de nós mesmos, o que dirá do outro!!! Mudamos de idéia, pensamento e até de opinião o tempo todo e queremos que o outro nos passe relatório de seu mundo interior!!! Como assim?

E depois não entendemos por que estamos tão neuróticos, tão depressivos, tão ansiosos, tão estressados... Desejamos uma verdade sem nos darmos conta de que, para conhecê-la, precisamos antes investir em nosso amadurecimento, em nosso equilíbrio, na consciência superior de quem somos e o que temos para transparecer ao outro.

Mas, não! Simplesmente almejamos a utópica sensação de poder, de controle, de manipulação acerca do futuro e da vida alheia... e o que conseguimos? Frustração, decepção, brigas, cobranças, desentendimentos, rompimentos, lágrimas, ofensas, desrespeito e humilhações.

Não estou defendendo nenhuma das partes: nem a que constrói uma fantasia sob o rótulo de verdade e nem a que se corrói por descobri-la, como se acabasse de encontrar um mapa do ‘tesouro’. Tudo o que temos encontrado, nestas buscas insanas e infantis, está mais para bomba-atômica do que para algo que se pareça com alguma verdade ou tesouro.

Sugiro que, antes de saber, querer saber ou perguntar a quem sabe sobre o quanto o outro tem sido sincero, transparente e verdadeiro conosco, consigamos responder a nós mesmos quais são as nossas verdades, o que temos feito para ser verdadeiramente transparentes. Com que intensidade e por quanto tempo podemos manter um determinado sentimento, uma opinião ou uma circunstância...

E que todos nós, em alguma medida, seguindo o ritmo de nossa maturidade, percebamos que mais importante do que saber tudo sobre o outro é nos mantermos focados em nossas intenções, no desejo real de viver o que há para ser vivido... e a verdade do outro será apenas e tão somente uma natural conseqüência...

Que paremos, de uma vez por todas, de nos deixar influenciar por fantasias ou – pior – de investir tanto tempo construindo fantasias por conta própria, seja sobre nosso próprio mundo, seja sobre o mundo do outro.

Porque a transparência de fato não está no que ele diz ou faz, nunca! Está dentro de cada um; em cada uma das escolhas que fazemos a cada instante, e que tantas vezes nem percebemos...

Estarmos um pouco mais atentos às escolhas que temos feito e, assim, sabermos um pouco mais sobre nós mesmos, é o que realmente importa!

Rosana Braga.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vou indo.


Eu tentei...eu tentei ficar blogando como se nada acontecesse...minha cabeça anda a mil por hora...as coisas andam acontecendo em uma velocidade que não estou conseguindo controlar..
Já tentei excluir o blog hoje por 3 vezes e não consegui...
Mas...os problemas pessoais estão me chamando e forte...
Nos últimos meses as perdas tem sido enormes...e desta vez prefiro me afastar...não sei por quanto tempo..1 semana..15 dias ou 1 mês...
não sei...mas volto...
Aos amigos me desculpem a ausência nos blogs...é que preciso.
Beijo a todas e abraço a todos...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Quando o seu amor não é correspondido

Creio que não haja muitas outras situações na vida que nos machuquem tanto quanto a de não sermos correspondidos no amor! E apesar de ser uma das mais difíceis, também acredito que poucas pessoas tenham escapado dessa dor...

Sendo assim, concluo que há algo de muito importante, diria até essencial, para aprendermos quando isso acontece ao nosso coração. Mas as perguntas que mais gritam em nossa alma, justamente neste momento, são: POR QUÊ? Por que esse amor não pode ser? Por que a pessoa que eu tanto amo não me ama? O que eu posso fazer para mudar essa situação?

Sabe, muitas vezes, o amor não desabrocha por razões concretas. Talvez não justificáveis para nós, mas suficiente para fazer com que o outro simplesmente não nos ame. Podem ser questões religiosas, familiares, sociais, estéticas, de comportamento, enfim, algo como não gosto de fulano porque ele é mentiroso, ou porque ele bebe, ou porque ele é arrogante...

Enfim, razões que bastam para que o outro não se sinta atraído, apaixonado, conquistado... Mas, em outros casos, a pessoa que amamos pode simplesmente não nos amar, sem conseguir encontrar nenhuma justificativa para isso. A gente pode ser, para esta pessoa, bonita, inteligente, agradável, cheirosa, educada, trabalhadora, amiga, possuir diversas outras qualidades e, ainda assim, não despertar nele o mesmo amor que sentimos!

E ainda existem os casos em que somos correspondidas por um tempo, somos amadas, vivemos intensamente um relacionamento e, de repente, sem motivo aparente, sem razões convincentes, o outro nos deixa, vai embora, pára de nos amar...

Diante de situações como essas, sentimos nosso mundo desabar, nossa auto-estima minguar, nossa alegria derreter juntamente com nossas lágrimas... Tentamos, desesperadamente, encontrar uma razão, algo que tenhamos feito de errado, sejam atitudes, palavras, comportamentos, qualquer coisa que nos dê, pelo menos, a chance de reverter essa situação!

Porque sabemos que diante do nada, nada podemos fazer! Porque se não há motivos, então não há o que mudar, com o que lutar, o que justificar... Temos que nos conformar com a possibilidade de que o amor simplesmente tenha acabado... ou nunca tenha existido!

Sinceramente, não sei se acredito que amor acaba sem motivos! Não sei se aceito a idéia de que o amor simplesmente morre. Para mim, amor não morre, é eterno! E se morre, é porque não foi cuidado, não foi alimentado, não foi zelado com o respeito que merece...

No entanto, algumas vezes teremos de lidar com o fim do amor que chega sem explicações, sem motivos aparentes, nos deixando completamente perdidos, mortos na alma e no coração... O que fazer? Quem procurar? Parece que nada alivia: lágrimas, conselhos, consolos, presentes, cantadas, nada é capaz de nos fazer enxergar alguma luz, alguma esperança!

Mas o fato é que não podemos sucumbir, nos entregar. Precisamos aprender o que há para ser aprendido; superar o que há para ser superado e fazer como a Fênix – renascer das cinzas! E voar novamente, para alcançar um patamar acima de nossa existência!

E por mais batida que pareça essa afirmação, por mais doloroso que seja ter de aceitá-la como verdadeira, só há um remédio para tamanha dor: o tempo!!! Porque o tempo tudo cura, tudo revela e tudo faz renascer. O coração cicatriza, a alma se torna mais sábia e o amor ressurge... em busca de um outro coração, em busca de uma nova tentativa de ser feliz!

Blog Somos Todos Um.

domingo, 20 de setembro de 2009

Blogagem Coletiva - Uma carta para mim



Blog Um pouco de mim






Olavo
Você não me conhece...e anos passarão e você não ira me conhecer de fato...
Se hoje escrevo para você é para alertar sobre algo que mudara sua vida em definitivo..
Hoje na festa de garagem da turma da sua rua...não leve somente refrigerantes e discos velhos
mas principalmente juízo e bom senso...
Pq aquela menina linda que você olha a tempos que faz seu coração disparar quando ela passa..
hoje vai dançar com você...ira acontecer o primeiro beijo...e no final da noite sozinhos vão dar o primeiro passo para o futuro sem ao menos terem vivido a adolescência de vocês plenamente...

Vocês em poucos meses irão se casar e ter um filho sadio e esperto...por quem você se apaixonara a primeira vista...mas o caminho que você imagina percorrer não será como pensa...
Aquela menina linda...de sorriso fácil com o tempo se transformara em uma mulher dura..egoista..futil...sempre querendo mais e mais da vida...e você não querendo que nada falte aos dois...passara mais e mais horas trabalhando...construirá mas não aproveitara...
22 anos irão se passar e você só se dará conta disso com o pedido dela de divorcio...ai meu caro será tarde demais...por conta disso não viu seu filho crescer...fez de sua mulher essa pessoa que ela é hoje...sim..porque não adianta culpa la sozinha..jogar toda culpa sobre ela...você errou e muito em colocar sua família em segundo plano mesmo imaginando que estava fazendo tudo para o bem deles...
Ou seja...trabalhe...mas não esqueça que ele não é tudo...não mude completamente sua vida por coisas materiais...um dia vai descobrir que não valeu a pena...
Se conseguisse mudar sua vida a partir dai...hoje tudo seria muito... muito diferente...

Devia ter complicado menos...trabalhado menos...ter visto o sol se por...(titãs)

Olavo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Quem fala o que quer....



Aposto que você completou a frase, ainda que mentalmente: ... ouve o que não quer!. Afinal, é para isso que servem os ditos populares – para nos fazer crer neles como verdades absolutas. Mas será?!?

Em alguns casos, certamente vamos ouvir o que não queremos ao falarmos o que queremos, mas em outros, certamente poderemos ouvir o que queremos. Portanto, a frase mais certa seria: Quem fala o que quer, ouve o que o outro quer e ponto. Simples assim, óbvia e justa assim!

O problema é que, por não suportarmos a idéia de que o outro pode nos falar o que não queremos ouvir, preferimos nem dizer o que queremos. Ou ainda, para não darmos o direito ao outro de fazer o que ele quiser, muitas vezes deixamos de fazer o que temos vontade.

Quem nunca ouviu alguém dizer algo do tipo Eu não saio com meus amigos porque senão ele vai se achar no direito de sair também!. Ou algo assim Mas e se eu disser que quero passar o final de semana com ela e ela me disser que prefere viajar com os pais dela?. E por aí vai...

O mundo da imaginação rola solto e ninguém se expõe, ninguém se atreve a ser autêntico, a bancar seus desejos e pagar pra ver quais são os desejos do outro.

Um amigo meu brigou com a esposa (e quem já dividiu a cama com alguém, sabe: quando um casal briga, o espaço entre um e outro se torna tão grande que na cama onde os dois dormem passa a caber mais umas três pessoas...) e daí ele me disse: Poxa, eu fiquei com uma vontade danada de abraçá-la durante a noite!.

E eu: Ué, e por que não abraçou?. Ao que ele rapidamente se defendeu: Ah, não! E se ela não quisesse? Ou se ela ficasse achando que, só por isso, estou aceitando que estou errado?.

Mas eu insisti: Mas se ela não quisesse, caberia a ela que se manifestasse e demonstrasse o que queria. Além do mais, se ela vai achar isso ou aquilo por conta da sua vontade, é problema dela e não seu! Os desejos dela são dela e os seus, são seus. Enquanto vocês ficam imaginando o que o outro pode pensar ou fazer, ninguém revela o que realmente está sentindo ou desejando. Por que você simplesmente não faz a sua parte e deixa que ela faça a dela pra ver o que acontece?.

Ele ficou me olhando, pensativo, com uma expressão um tanto confusa, como quem – de repente – se vê diante de uma nova possibilidade; mas logo depois voltou a se defender: Ah, não! Prefiro ficar na minha a levar um fora!. E eu, pretensiosamente, traduzi: Quer dizer, então, que você prefere não fazer o que está com vontade só para não correr o risco de descobrir que a vontade dela não é igual a sua? E mais: prefere se dar por vencido a arriscar ter seu abraço retribuído?.

Ele riu, um tanto perturbado com minhas indagações, e nada mais falou. Ficamos em silêncio, cada qual com suas reflexões... mas estou certa de que, da próxima vez, ele vai pensar melhor se realmente deve abdicar de seus desejos por medo do desejo do outro.

Sinceramente, eu sei que não é nada fácil ser rejeitado ou perceber que o que a gente quer não vai ser possível porque o outro não quer, mas também me sinto cada dia mais inteira e satisfeita comigo mesma na medida em que consigo assimilar que sou responsável tanto por aquilo que faço quanto por aquilo que deixo de fazer, especialmente quando o assunto passa pelo meu coração...

E assim, mesmo sentindo medo, tenho preferido arriscar, fazer a minha parte e deixar que a outra faça o que quiser fazer, pense o que quiser pensar e sinta o que puder sentir.

Porque só deste modo estarei vivendo as relações com todo o meu ser, amando como eu realmente quero amar, sem que minhas fantasias sobre o que eleapensa, sente e quer conduzam os meus desejos.

O resultado? Tem sido bem mais positivo do que eu poderia supor, felizmente!

Blog Somos Todos Um.

domingo, 13 de setembro de 2009

Explicando o que não acho explicação

Fiquei tão surpreso quanto todos que leram a postagem...
eu não tenho nada para falar contra Juliana...não faria isso sem provas...não um criminalista.
Não um homem que considera que não é um moleque...não um homem de 51 anos nas costas.

Mas tive sim um relacionamento com ela e quem tem blog a tempos sabe...
Hoje as 8:40 fechei todos os meus blogs...decisão minha...motivos particulares...
Quando voltei ao pc hoje as 15:00 horas vi a postagem...e quando exclui a postagem logo em seguida excluíram todas as minhas postagens
Não entendi ate agora...mas uma pessoa sim tinha minha senha...mas a muito tempo e
foi trocada.
Quando eu descobrir algo volto e explico.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Não precisa ser para sempre,mas tem que ser até o fim!


Para sempre’, em minha opinião, é nada mais nada menos que um dia depois do outro. Ou seja, é construção. Em princípio, não existe. Mas basta que façamos a mesma escolha sucessivamente e teremos construído o ‘para sempre’.

O que quero dizer é que o ‘sempre’ não é magia nem tampouco um tempo que pré-exista. Ele é conseqüência. Nada mais que conseqüência de uma sucessão de dias, vividos minuto por minuto.

Quanto ao amor, tem gente que acredita que só é de verdade se durar até que a morte os separe. Outras, como o grande Vinícius de Moraes poetizou, apostam no que seja eterno enquanto dure.

Eu, neste caso, admiro a coragem de quem vai até o fim, de quem se entrega inteiramente ao que sente, de quem se permite viver aquilo que seu coração pede até que todas as chamas se apaguem. Mais do que isso: até que as brasas esfriem e – depois de todas as tentativas – nada mais possa ser resgatado do fogo que um dia ardeu.

Claro que não estou defendendo a constância indefinida de atitudes desequilibradas, exageros desnecessários ou situações destrutivas. Mas concordo plenamente com o que está escrito no comovente Quase, de Sarah Westphal (muitas vezes atribuído a Luiz Fernando Veríssimo):

... Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar ...

Porque de corações partidos por causa de um amor vivido pela metade as ruas estão cheias. Assim como de almas que perambulam feito pontos-de-interrogação, a se questionar o que mais poderiam ter feito para que o outro também estivesse presente, para que não fugisse tão furtivamente, tão covardemente, tão sordidamente.

É por isso que insisto: muito mais do que nos preocuparmos com o ‘para sempre’, precisamos começar a investir no ‘até o fim’, para que o ‘agora’ tenha mais significado, para que as intenções, as palavras, as atitudes e todos os recomeços façam parte de uma história mais sólida, menos prostituída, que realmente valha a pena.

Então, questione-se: o coração ainda acelera quando o outro se aproxima? O peito ainda dói de saudade? O desejo ainda grita, perturbando o silêncio da noite? Não chegou ao fim! Não acabou.

Sei que, em alguns casos, motivos de força maior impedem um amor de ser vivido (e daí a separação pode ser sinal de maturidade), mas na maioria das vezes o que afasta dois corações é muito mais intolerância, ilusões ou auto-defesas tolas do que algo que realmente justifique o lamentável desfecho.

O outro não quer? Desistiu? Acovardou-se? Ok! Por mais imbecil que seja, é um direito dele. Esteja certo de que você fez o que estava ao seu alcance e depois... bem, depois recolha-se e pondere: pros amores impossíveis, tempo.

Tempo em que você terminará descobrindo que a vida tem seu jeito misterioso de fazer o amor acontecer, mas que – no final das contas – feliz mesmo é quem, apesar de tudo, tem coragem de ir até o fim!

Blog Somos todos Um

terça-feira, 8 de setembro de 2009

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